0 Livro - Paulo – Charles R. Swindoll


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    Descrição do livro
O assassino de cristãos torna-se mártir do evangelho.
Terrorista convertido, autor inspirado, professor excepcional e conselheiro paciente. Esse incomparável personagem apareceu, audacioso, no palco do mundo do primeiro século marcando presença de forma indelével e grandiosa que jamais seria esquecida. Sua vida? Magnífica! Seu ministério? Impressionante. Embora considerado santo por alguns hoje, ele era “o maior de todos os pecadores”, segundo sua própria definição. Ninguém mais na Bíblia, além de Cristo, exerceu maior influência no mundo de então, bem como em nosso mundo atual do que Paulo.
Era um homem de imensa coragem, resoluto e intrépido diante das dificuldades e dos perigos. Firme, persistente e incansável, Paulo desempenhou sua missão divina com decisão inabalável, e Deus usou poderosamente sua vida numa verdadeira revolução do mundo para Cristo em sua geração.
“Paulo: Um Homem de Coragem e Graça” é o sexto volume da série “Heróis da Fé”, coleção que apresenta biografias de grandes personagens bíblicos examinando-os para descobrir as qualidades que os tornaram famosos. Junte-se a nós no estudo profundo dessa vida surpreendente, como só Chuck Swindoll sabe fazer.

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0 O novos pastores, segundo a revista VEJA

Com menos ênfase no sobrenatural e mais investimento em técnicas de auto-ajuda, a nova geração de pregadores evangélicos multiplica o rebanho protestante e aumenta a sua penetração na classe média. Entre estes pregadores, segundo a VEJA, está o pastor Silas Malafaia (foto), um dos nomes mais conhecidos da Assembléia de Deus, que chega a vender, por ano, 1 milhão de DVDs e CDs de pregações de conteúdo motivacional.

A informação foi divulgada pela primeira vez no último mês de maio, para perplexidade dos 320 bispos católicos reunidos na 44ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Indaiatuba, no interior de São Paulo: nas últimas décadas, a Igreja Católica brasileira perdeu nada menos do que 15 milhões de almas, segundo pesquisa de mobilidade religiosa feita pelo Centro de Estatística Religiosa e Investigações Sociais (Ceris). O trabalho, coordenado pela socióloga Sílvia Regina Fernandes, abrangeu cinqüenta municípios brasileiros, sendo 23 capitais, e foi realizado entre agosto e novembro de 2004. 

De acordo com o estudo, o primeiro motivo pelo qual o católico vem abandonando a doutrina é a discordância em relação aos seus princípios. O segundo é a sensação de não ser acolhido pela igreja e o terceiro é o fato de não ter encontrado nela apoio para os momentos difíceis. Os resultados da pesquisa do Ceris embutiam um desconcertante corolário: de que, de cada dez ex-católicos, sete se tornaram evangélicos. De 2000, ano do último censo, a 2003, o número de evangélicos brasileiros passou de 15% para quase 18% da população, conforme estudo inédito feito pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e coordenado pelo economista Marcelo Neri. Em valores absolutos, isso significa dizer que, em três anos, quase 6 milhões de brasileiros aderiram ao protestantismo, que continua crescendo com fôlego renovado graças ao trabalho de uma nova geração de pastores. 

Das três grandes correntes evangélicas presentes hoje no Brasil, a neopentecostal é a que mais cresce. Surgida na década de 70, ela teve como principais expoentes pregadores como o pastor Romildo Ribeiro Soares, conhecido como R.R. Soares, e o bispo Edir Macedo. Juntos, eles fundaram a Universal do Reino de Deus e lotaram estádios com seus brados de cura e suas performances exorcistas. Eram tempos muito diferentes para os evangélicos: no início dos anos 90, eles não passavam de 9% da população brasileira. Na tentativa, então, de abrir portas para o neopentecostalismo nascente, alguns pastores acabaram por arrombá-las. 

Um dos episódios mais famosos ocorreu em 1995, durante a transmissão do programa Despertar da Fé, na TV Record. Para salientar a diferença entre os evangélicos e os "adoradores de imagem" católicos, o pastor Sergio von Helde, da Universal do Reino de Deus, desferiu socos e pontapés em uma estátua de Nossa Senhora Aparecida. A cena foi ao ar no dia 12 de outubro, data que os católicos devotam à santa, e ganhou tamanha repercussão que, quatro dias depois, o bispo Edir Macedo foi obrigado a ir à TV pedir desculpas públicas aos católicos. Embora Macedo continue a ocupar o posto de líder máximo da Universal e R.R. Soares, hoje líder de uma igreja dissidente, mantenha no ar seu programa religioso há mais de 25 anos, ambos os religiosos pertencem a uma geração passada. Na pregação das novas estrelas evangélicas não há espaço para destruição de santos ou descrições sobre o apocalipse e o demônio. O Deus que pregam os telepastores da segunda geração não tem na ira sua característica principal. Tampouco cultiva o hábito de espreitar as carteiras de fiéis à procura de tostões secretamente sonegados, como sugeriam, ameaçadores, muitos dos pastores antigos, defensores da tese de que uma boa graça tem seu preço. 

A nova geração de líderes evangélicos achou um caminho muito mais certeiro e útil de chegar ao coração dos fiéis: o da auto-ajuda. A promessa é a mesma que ofereciam pentecostais e neopentecostais da geração passada: o da felicidade e prosperidade aqui e agora. Só que, para alcançá-las, os novos pastores sugerem outras ferramentas: além da fé, o bom senso; somado à intervenção divina, o esforço individual. "O discurso atual dá mais ênfase ao pragmatismo e à pró-atividade do fiel do que ao sobrenatural", avalia o pesquisador da PUC-SP Adilson José Francisco. "Em vez de pregar, como fazem algumas igrejas, a libertação de todos os males por meio do exorcismo, por exemplo, esses pastores adotam alguns conceitos da psicologia: para se livrar dos problemas, é preciso uma mudança de atitude, na maneira de ver o mundo", explica o antropólogo Flávio Conrado, pesquisador do Instituto de Estudos da Religião. 

Um indicativo claro dessa transformação está na comparação da produção literária dos velhos e dos novos pastores. Títulos como A Fé de Abraão ou Estudo do Apocalipse, assinados pelo bispo Edir Macedo, abrem lugar nas prateleiras das livrarias evangélicas para obras com títulos como Jamais Desista! , do pastor metodista Silmar Coelho, ou Vencendo Obstáculos e Conquistando Vitórias, de autoria de Silas Malafaia. Um dos nomes mais conhecidos da Assembléia de Deus, o Revista Veja - Edição 1964pastor Malafaia chega a vender, por ano, 1 milhão de DVDs e CDs de pregações de conteúdo motivacional. Em seus discursos, as parábolas bíblicas dão lugar à objetividade de um Lair Ribeiro. Conflito amoroso? "Vem cá, minha filha: o sujeito é bonitão e sarado, mas não trabalha nem estuda? Então, fica com o magrinho narigudo que é melhor! Ele pode ser feio mas é trabalhador", brada o pastor. Perda de emprego? "Meu amigo, você ganhava 700 reais e viu abrir uma porta de 300 reais? Mete a cara! Não fica dizendo que Deus está olhando, que vai abrir uma porta melhor... Deus tá vendo o quê, rapaz? Vai trabalhar!" "Os neopentecostais pregam o faça-você-mesmo", afirma o historiador e especialista em religiões da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Eduardo Bastos de Albuquerque. "E, muitas vezes, a técnica funciona. Ao deixar de beber, fumar, brigar dentro de casa e ao passar a trabalhar, o fiel alcança, de fato, uma melhoria de vida." 

Para o sociólogo Ricardo Mariano, da PUC do Rio Grande do Sul, o sucesso do discurso dos novos pastores está diretamente relacionado ao que ele chama de "desencanto" dos fiéis em relação à idéia da "barganha" com Deus proposta pelos antigos pregadores. "Há certa decepção com esse discurso fácil de que bastaria dar o dízimo e orar que Deus deixaria todo mundo feliz, vitorioso e saudável", diz. O sociólogo chama ainda atenção para o fato de que, ao enfatizarem a importância da racionalidade em detrimento da magia, os novos pastores estão mirando um segmento que, embora ainda incipiente, começa a crescer: o dos fiéis de classe média.

As últimas pesquisas indicam que a maior parte dos evangélicos ainda pertence às classes econômicas mais pobres. O estudo "Retratos das religiões no Brasil", divulgado no ano passado pela FGV, mostra que, enquanto o porcentual de evangélicos em todo o país, em 2000, era de 15%, na periferia das regiões metropolitanas ele chegava a 20%. Na comparação com fiéis de outras religiões, a situação socioeconômica dos evangélicos também é desfavorável. Em média, eles ganham 7% a menos do que os trabalhadores católicos, diz a pesquisa. Alguns indícios, no entanto, sugerem que as igrejas evangélicas começam a penetrar de forma mais intensa nas classes econômicas mais altas. A formação dos próprios pregadores é um desses indicativos. 

O decano R.R. Soares, por exemplo, é filho de pedreiro, não tem curso superior e, antes de ingressar na carreira religiosa, era comerciante, assim como Edir Macedo. Dos cinco pastores da nova geração ouvidos por VEJA, quatro têm curso superior e dois deles possuem pós-graduação: Malafaia, da Assembléia de Deus, é teólogo e psicólogo; Rinaldo de Seixas Pereira, da Bola de Neve Church, é formado em propaganda e marketing, com pós-graduação em marketing; Silmar Coelho, da Igreja Metodista Wesleyana, é teólogo, com doutorado em teologia e liderança; e Robson Rodovalho, da Sara Nossa Terra, é físico, com especialização em ressonância magnética nuclear. 

A qualificação desses novos pregadores não contribuiu apenas para que eles modernizassem seus discursos, mas, em alguns casos, para que aprimorassem técnicas de gerenciamento de suas igrejas também. O conceito de segmentação está presente nos espaços e eventos dedicados ao público jovem da igreja Sara Nossa Terra. "Dar um tratamento diferenciado a jovens ou idosos é uma preocupação que não existe nas igrejas evangélicas mais antigas", diz o professor e pesquisador da Universidade de Brasília Rogério Rodrigues da Silva. 

Os evangélicos são hoje o grupo religioso que mais cresce no Brasil – e nada indica que isso vá mudar. Basta ver a rapidez com que a igreja cria novas lideranças. Atualmente, o número de pastores evangélicos por fiel é dezoito vezes maior que a proporção de padres por católico. Enquanto a Igreja Católica não consegue ordenar mais do que 900 padres por ano, só um único instituto evangélico de São Paulo forma, no mesmo período, 200 pastores. O sucesso da doutrina, a facilidade de comunicação com os fiéis e a eficiência na gestão das igrejas permitem vislumbrar templos evangélicos cada vez mais cheios. Projeção feita pelo economista Marcelo Neri indica que em 2015 mais de 20% da população brasileira será evangélica. É o rebanho cada vez mais satisfeito com o que lhe proporciona sua fé. 

Leia a matéria completa na Revista Veja - Edição 1964 . 12 de julho de 2006

0 GENEROSIDADE, O AMOR EM AÇÃO


“Mais bem-aventurado é dar do que receber”. (At 20.35)
Foto: unsplash.com
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​Antes de falar sobre a generosidade, precisamos entender algumas verdades importantes: de onde viemos, quem somos e para onde estamos indo? A Bíblia diz que fomos formados do pó, somos pó e voltaremos ao pó. Nossa origem é pó. Nosso destino é pó. Nosso presente é pó. Em nossa origem não tínhamos nada. Para a sepultura não levaremos nada. Consequentemente, tudo o que ajuntamos entre o pó que fomos e o pó que seremos não é nosso. Nada tivemos e nada teremos. Nada trouxemos e nada levaremos. Somos apenas mordomos daquilo que é de Deus. Se estamos tomando conta daquilo que pertence a Deus, precisamos perguntar: que princípios Deus estabelece para usarmos os recursos dEle que estão em nossas mãos?
​Em primeiro lugar, Deus requer de nós uma atitude de generosidade com o próximo. A generosidade é uma expressão da graça de Deus em nós e um transbordamento da graça de Deus através de nós. A generosidade de Deus é o exemplo que devemos seguir. Deus amou-nos e deu-nos o Seu Filho. Jesus nos amou e a Si mesmo entregou por nós. Nós devemos amar o próximo e dar nossa vida por ele. Deus sempre nos dá mais do que precisamos e isso não é para retermos com usura, mas para repartirmos com generosidade. Temos mais sementes do que conseguimos comer. Portanto, seria falta de amor guardar só para nós as sementes que estão sob nosso poder quando pessoas à nossa volta carecem de socorro. Devemos repartir com generosidade, pois quanto mais semeamos, mais Deus multiplica a nossa sementeira. A palavra de Deus diz que a alma generosa prosperará. Quando damos ao pobre, a Deus emprestamos. Deus socorre os necessitados pelas nossas mãos. Os recursos de Deus estão sob nossa administração e Deus requer de nós fidelidade nessa administração.
​Em segundo lugar, Deus requer de nós uma motivação pura no exercício da generosidade. A generosidade cristã é diferente de filantropia. Suprir as necessidades do próximo não é tudo o que Deus requer de nós. Ele se importa, sobretudo, com a nossa motivação. Há muitos que contribuem, de forma farisaica, apenas para serem vistos e aplaudidos pelos homens. Há outros que, por ganância, abrem a mão ao necessitado numa espécie de barganha com Deus. A generosidade precisa ser espontânea, altruísta e frequente. O vetor que move a alma generosa é a glória de Deus e o amor ao próximo. Deus ama a quem dá com alegria. A contribuição cristã não é um favor que fazemos ao próximo; é uma graça que Deus concede a nós. Antes de dar uma oferta a alguém precisamos dar a nós mesmos a Deus e ao próximo.
​Em terceiro lugar, Deus requer de nós constância e proporcionalidade no ato da generosidade. A contribuição precisa ser planejada, regular e proporcional. Não é um ato esporádico, é uma prática constante. Não é um pico de emoção, mas uma ação permanente. Cada um deve contribuir segundo as suas posses. Não dá com generosidade quem não dá proporcionalmente. Não dá com amor quem só dá esporadicamente. Assim como Deus é constantemente generoso conosco, devemos, também, expressar ao nosso próximo nossa constante generosidade.
​Em quarto lugar, Deus promete aos generosos uma recompensa eterna. A generosidade demonstrada aos homens, traz não apenas alívio ao próximo, mas, também, glória ao nome de Deus. Aquilo que fazemos em nome de Cristo na terra reverbera no céu. Até um copo de água fria que damos à alguém, em nome de Cristo, não ficará sem galardão. Jesus foi enfático ao dizer que mais feliz é aquele que dá do aquele que recebe. Quanto mais generosos somos, mais nos tornamos parecidos com o Pai Celestial. Quanto mais generosos somos, mais Deus é glorificado em nós e mais nós nos deleitamos nEle. Que aprendamos com Deus a sermos generosos! Que nosso coração, nossas mãos, nosso bolso e nossa casa se abram para o exercício da generosidade!
:: REV. HERNANDES DIAS LOPES
Via: lagoinha.com

0 SEU RELACIONAMENTO TEM TUDO PARA DAR ERRADO

Foto: pixabay.comFoto: pixabay.com
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Um conhecido veio me pedir conselhos sobre um possível relacionamento. Conheço a história dele e conheci a dela. Cheguei à conclusão de que eles têm tudo para dar errado! Assim como você que está lendo esse texto tem tudo para dar errado com a pessoa que você ama. Assim como eu e todos os demais casais da Terra temos tudo para dar errado.
Relacionamento é feito de duas pessoas que cresceram com pensamentos diferentes, histórias de vidas diferentes, gostos diferentes e que, por atrações em comum, decidiram juntar suas vidas. Quais as chances disso dar certo? Todas e nenhuma ao mesmo tempo!
Nossos relacionamentos têm tudo para dar errado, mas o que vai fazer eles darem certo é um misto de confiança e dependência em Deus, aliada à vontade de cada um em crescer juntos, aprender juntos, serem melhores a cada dia juntos. Quando nossas vidas e corações estão alinhados à vida e ao coração do Pai, e quando nossos sentimentos estão alinhados com os da pessoa amada, seu relacionamento vai dar certo!
Não tenha medo! Se Deus falou, “go on”! Se você colocou diante Dele e já recebeu a resposta que precisa, pra quê essa dúvida e esse medo todos?! Se você já casou e acha que seu casamento chegou ao fim da linha, coloque Jesus em sua vida e faça dessa linha de chegada uma nova linha de partida.
Seu relacionamento tem tudo para dar certo quando você se dispuser a colocar sua vida nas mãos Daquele que faz as coisas darem certo.
::WALISSON MATA – “DO OLHAR AO ALTAR”
(via lagoinha.com)

0 O Procrastinador


Foto: Internet
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Jesus disse: “Siga-me”, mas o homem respondeu: “Senhor, deixa-me ir primeiro sepultar meu pai” (Lucas 9.59). Por que fazer agora o que pode ser feito depois? Esse é o lema do procrastinador. Procrastinar, segundo o dicionário Aurélio, significa: Transferir para outro dia; adiar, delongar, demorar,
espaçar.
O procrastinador é um “adiador” de decisões, sejam profissionais, pessoais, espirituais. Da mais simples a mais importante, nada é tão urgente que não possa esperar. Vive aquém do seu potencial, pois está sempre no limite de suas forças, uma vez que, como não age na ocasião oportuna, as questões a serem tratadas acumulam-se e o tempo sempre será escasso.
A preguiça é uma das causas da postergação, a falta de vontade de fazer algo em determinado momento. “É melhor descansar um pouco”, pode-se pensar, mas ironicamente, quem pensa assim acaba por trabalhar muito mais: delongar uma tarefa não fará com que ela desapareça, e o período para executá-la depois será menor. Além disso, outras podem surgir e avolumar o trabalho. Em vez de agir com planejamento (ele não tem tempo para isso), usando de maneira equilibrada seus recursos, o negligenciado trabalha sob pressão e isso pode influenciar a qualidade do resultado.
A ansiedade é outro motivo. O ansioso vive no futuro e sofre antecipadamente por cada desafio proposto. Como nossa tendência é supervalorizar as dificuldades, adiamos o sofrimento
sem perceber que estamos, na verdade, prolongando esse sentimento que pode não condizer com a realidade, já que o trabalho pode ser bem mais simples do que parece.
A procrastinação rouba a paz e a qualidade de vida de quem é afetada por ela. É algo que escraviza, tortura e fere. São pessoas frustradas por verem outros vivendo aquilo que elas apenas sonham, o que leva à baixa autoestima. Carregam complexo de culpa por não corresponderem às expectativas suas e de seus pares. Sofrem sozinhas, adiantando a procura por ajuda.
Para o procrastinador, Jesus diz: “Aja”! “Deixe que os mortos sepultem os seus próprios mortos; você, porém, vá e proclame o Reino de Deus” (Lucas 9.60). “Ninguém que põe a mão no arado e olha para trás é apto para o Reino de Deus” (Lucas 9.62). Sabemos que Deus não nos ordena fazer algo que
esteja acima de nossas forças, mas capacita quem nele confia. “Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como não nos dará também com ele todas as coisas?”
(Romanos 8.32). O avanço e o crescimento de tantas pessoas em diversas áreas dependem de Deus.
Decida-se hoje mesmo livrar-se desse mal e viver abundantemente o que Cristo nos prometeu. “A esperança adiada entristece o coração; mas o desejo cumprido é árvore de vida” (Provérbios 13.12).
Se você deseja ser batizado ou se transferir para a Lagoinha, a Jornada da Aliança está preparada
para ajudar-lhe. Ligue para o pastor Leandro Martins: (31) 34291500 / 98878-0119.
::PR. ELBER COSME (Via lagoinha.com)

0 Quatro Verdades sobre a provisão de Deus

Quatro Verdades sobre a provisão de Deus
Quando você coloca sua fé em Cristo, Deus comissiona-se a proteger, fornecer, e cuidar de você(Filipenses 4:19). Deus sempre oferece para seus filhos, embora muitas vezes não é da maneira que esperamos ou esperança.
O desafio para nós é ver a sua prestação e cuidados, mesmo quando ele é diferente do que esperamos. Porque Deus é Deus, seus caminhos são mais altos do que os nossos caminhos(Isaías 55: 9). Mas ele graciosamente nos dá uma visão sobre o que está fazendo nas Escrituras.
John Piper diz: "Deus está sempre fazendo coisas 10.000 em sua vida, mas você pode estar ciente de três deles." Uma e outra vez, os discípulos de Jesus perdeu o que ele estava fazendo bem na frente deles. Eles perderam o ponto dos milagres. Eles perderam as lições. Que deve dar-nos esperança para nossa própria falta de clareza hoje. Aqui estão quatro estímulos importantes sobre como Deus fornece e cuida de você.

1. Deus pode fornecer Diferentemente do que esperamos

Os israelitas escapou cativeiro no Egito só para enfrentar os desafios do deserto. Um dos maiores desafios para um grande grupo de nômades tal era comida suficiente para comer. Uma e outra vez Deus providenciou de maneira sobrenatural para o seu povo. Se Deus poderia fornecer para muitos milhares de israelitas no meio de um deserto, ele certamente pode fornecer para você e necessidades da sua família. Um dos testemunhos preciosos das Escrituras é: "Fui moço, e agora sou velho, mas eu não vi o justo desamparado, nem seus filhos implorando por pão" (Salmo 37:25).
Mas, mesmo com provisão sobrenatural de Deus, os israelitas ainda reclamou e murmurou no deserto. Eles ansiavam pela comida que deixaram para trás no Egito. Deus estava literalmente oferecendo pão do céu - o suficiente para cada dia - mas eles queriam sua disposição uma maneira diferente. Eles queriam que o seu próprio caminho.
Esta lição tem falado comigo ao longo dos anos. Peça a Deus para fornecer para você de qualquer maneira que entender convenientes. Não resmungar contra sobrenaturais, formas inesperadas de Deus.
Talvez você está em um emprego e fazer um trabalho diferente do que você esperava ou esperado. Não sempre desejo de algo diferente. Não constantemente sonhar estar em outro lugar, fazendo outra coisa. Estar presente. Dê o seu tudo para o seu trabalho atual, e sempre ser grato (1 Tessalonicenses 5:18). Isso não significa que você não pode mover-se em direção ao emprego dos seus sonhos, mas pode inspirar a fé para parar de reclamar sobre a maneira como Deus proveu para você no momento atual, e em vez disso investir-se plenamente onde você estiver.

2. Deus Fornece mais de si mesmo

Nossa maior necessidade é para mais de Deus, e isso é algo que nos dá prazer.
"Qual de vocês, se seu filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se lhe pedir um peixe, lhe dará uma serpente? Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem "(! Mateus 7: 9-11)
A Escritura nos diz para fazer a busca de Deus a função principal de nossas vidas. Mateus 6:33diz: "Buscai primeiro o reino de Deus ea sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas." Salmo 37: 4 diz: "Agrada-te do SENHOR, e ele te concederá os desejos do teu coração."
John Piper perguntou: "Qual é a raiz mais profunda de sua alegria? O que Deus dá para você?Ou o que Deus está com você? "Deus graciosamente nos guia a uma maior percepção de que a nossa necessidade última é para mais de sua palavra, mais de suas formas-mais dele.

Prestação final 3. de Deus já foi Dada no Evangelho

Pedimos a Deus para muitas coisas, mas a melhor coisa que poderíamos receber dele já foi dado. O que Deus nos deu no evangelho é anos-luz à frente de qualquer outra disposição e cuidado que poderíamos buscar dele. Quando nós confio em Cristo, temos decisivamente fixaram para nós todas as coisas, em última análise bom dele. É só uma questão de tempo.
Tiago 1:17 nos lembra, "Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de variação." Cada coisa verdadeiramente bom em nossas vidas vem direto do Pai. O bem final ele nos forneceu, por meio de quem muito das outras coisas boas vêm para nós, é Jesus. Jesus é o tesouro supremo.

4. Deus Fornece Finalmente, na eternidade

Hebreus 11 nos dá duas perspectivas diferentes sobre a provisão de Deus e cuidar de nós.Alguns, pela fé, veio através desta vida vitoriosa, enquanto outros perderam suas vidas. Ambos são elogiados por sua poderosa fé.
Deus nem sempre fornecer e cuidar de nós de uma maneira que poderia esperar nesta vida. A Bíblia não prometer isso. Pedro, Tiago, João e Paulo deram suas vidas para o evangelho. Eles viram o evangelho como um tesouro não deve ser perdida a qualquer custo. Eles sofreram com prazer, porque eles tinham algo no evangelho que tinha muito mais valor.
Esta vida é passageira. Esta vida é frágil. Esta vida é apenas a respiração de um vapor. A próxima vida, a idade para vir, é o lugar onde tudo provisão e cuidado de Deus para nós acabará por fazer sentido e se unir como um todo.
Nós não podemos receber a cura nesta vida, mas vamos receber a cura perfeita na eternidade.Nós não podemos ver respostas às nossas orações maiores nesta vida, mas vamos receber plenamente na eternidade. Alguns dias provisão e cuidado de Deus pode parecer distante, mas será sempre presente na eternidade. Temos tempo para o nosso mundo para parar de fúria e estar em paz, mas a paz definitiva só virá na eternidade.
Nossos corações sofrem sob as pressões da vida, mas é só porque fomos feitos para um outro mundo. Nós somos peregrinos e estrangeiros na terra. "Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, nação santa, povo para sua própria possessão, para que você pode proclamar as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz" (1 Pedro 2: 9).

0 Os cristãos devem ser encorajados a se armar?

Os cristãos devem ser encorajados a se armar?
Como chanceler de Belém Colégio e Seminário, eu quero enviar uma mensagem diferente para os nossos alunos, e para os leitores do Desiring God, de Jerry Falwell Jr. enviados para os estudantes da Universidade de liberdade em um serviço de capela campus em 4 de dezembro.
Por uma questão de segurança de seu campus, e tendo em vista a atividade terrorista, o presidente Falwell incentivou os alunos a obter licenças para porte de armas. Após o que implica que ele tinha uma arma no bolso de trás, ele disse: "Eu só quero aproveitar esta oportunidade para encorajar todos vocês para obter a sua licença. Nós oferecemos um curso gratuito. E vamos ensinar-lhes uma lição, se eles nunca aparecem aqui. "Ele esclareceu em 9 de dezembro que a política no Liberty agora inclui a permissão para portar armas nos dormitórios.
Falwell e eu trocamos vários e-mails, e ele foi gentil o suficiente para falar comigo no telefone para que eu pudesse obter o máximo de clareza possível. Eu quero que seja claro que o nosso desacordo é entre irmãos cristãos que são capazes de expressar a apreciação para os ministérios pessoa do outro para pessoa.
A minha principal preocupação neste artigo é com o apelo aos alunos que lhes desperta para ter a mentalidade:. Vamos todos começar armas e ensinar-lhes uma lição, se eles vêm aqui A preocupação é a formação de uma disposição nos cristãos a usar a força letal, não como policiais ou soldados, mas como cristãos comuns em relação aos adversários prejudiciais.
A questão não é principalmente sobre quando e se um cristão pode sempre usar a força em legítima defesa, ou a defesa de sua família ou amigos. Existem ambiguidades situacionais significativas na resposta a essa pergunta. A questão é sobre todo o teor eo foco e atitude e coração-atitude da vida cristã. Será que concordar com o Novo Testamento para incentivar a atitude que diz: "Eu tenho o poder de matá-lo em meu bolso, por isso, não mexa comigo"?Minha resposta é: Não.
Aqui estão nove considerações que me levam a esta conclusão.

1. O apóstolo Paulo chamou os cristãos não nos vingar, mas para deixá-lo à ira de Deus, e, em vez de retornar o bem pelo mal. E então ele disse que Deus deu a espada (a arma) na mão dos governantes governamentais para expressar que a ira na busca da justiça neste mundo.

O movimento de Romanos 12: 17-21, que define a mentalidade dos cristãos contra os seus inimigos, a Romanos 13: 1-4, que define os direitos e deveres de governo, é crucial. Deus tem a intenção de revelar a sua justiça na graça comum de policiais e militares (Romanos 13: 1-4). E ele tem a intenção de revelar o valor supremo de seu Filho e sua salvação na graça especial de um povo cristão que têm o poder milagroso para entregar-se aos seus cuidados, enquanto que sofrem injustamente.
Não torneis a ninguém mal por mal, mas dar o pensamento de fazer o que é honroso aos olhos de todos. Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos.Amados, não vingar-se, mas deixá-lo para a ira de Deus, porque está escrito: "Minha é a vingança, eu retribuirei, diz o Senhor." Ao contrário, "se o teu inimigo tiver fome, alimentá-lo; se tiver sede, dá-lhe algo para beber; pois assim fazendo, amontoarás brasas sobre a cabeça em chamas. "Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem.
Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores. Pois não há autoridade venha de Deus; e as que existem foram instituídas por Deus. Portanto, aquele que resiste às autoridades resiste ao que Deus designou, e os que resistem terã julgamento. Porque os magistrados não são terror para a boa conduta, mas para o mal. Você não tem medo de quem está em posição de autoridade? Em seguida, fazer o que é bom, e você receberá a sua aprovação, pois ele é um servo de Deus para teu bem. Mas se você fizer o mal, teme, pois não traz a espada em vão. Porque ele é o servo de Deus, um vingador que realiza a ira de Deus sobre o malfeitor.
Para ter certeza, existem ambiguidades na maneira misericórdia cristã e justiça cívica cruzam.Mas também não pode ser absorvida para o outro. Qualquer exaltação, ou cristianização, da espada, que silencia Romanos 12: 19-20 perdeu o seu caminho.
Por exemplo, qualquer alegação que em uma democracia os cidadãos são o governo e, portanto, pode assumir o papel do governante portadores de espada em Romanos 13, está elevando extrapolação política sobre a revelação bíblica. Quando Paulo diz: "[O governante] não traz a espada em vão" (Romanos 13: 4), ele não quer dizer que os cristãos os cidadãos devem todos carregam espadas de modo que o inimigo não tenha idéias brilhantes.

2. O apóstolo Pedro nos ensina que os cristãos, muitas vezes, encontram-se em sociedades onde devemos esperar e aceitar maus-tratos injustos, sem retaliação.

Antes de disparar de volta nossas objeções e excepções a esta verdade, vamos fazer o nosso melhor para ouvir e abraçar e ser transformado em nossos corações auto-protecção por estes textos de um Peter.
Isso é uma coisa graciosa, quando, consciente de Deus, uma dura tristezas, enquanto que sofrem injustamente. (2:19)
Se quando você fazer o bem e sofrer por isso você aguentar, isso é uma coisa graciosa aos olhos de Deus. (02:20)
Não retribuam mal por mal ou injúria com injúria, mas, pelo contrário, abençoe. (3: 9)
Se você sofre por causa da justiça, você será abençoado. (3:14)
É melhor sofrer por fazer o bem, se isso deve ser a vontade de Deus, do que fazendo o mal. (3:17)
Alegrai-vos na medida em que você compartilhar os sofrimentos de Cristo, para que você também pode alegrar e ser feliz quando sua glória é revelada. (4:13)
Se você está insultado para o nome de Cristo, você é abençoado. (4:14)
Se alguém sofre como cristão, que ele não se envergonhe, antes glorifique a Deus neste nome. (4:16)
Que aqueles que sofrem segundo a vontade de Deus encomendem a sua alma ao fiel Criador, fazendo o bem. (4:19)
Poucas mensagens são mais necessários entre os cristãos americanos hoje do que 1 Pedro 4:12:"Não ser surpreendido com a ardente prova que vem sobre quando você testar você, como se algo estranho estava acontecendo com você." Provas de fogo não são estranhas. E os ensaios em vista são hostilidades dos incrédulos, como o verso seguinte mostra: ". Mas se alegrar na medida em que você compartilhar os sofrimentos de Cristo" Estes ensaios são normais. Isso pode não ser a experiência americana, mas é a verdade bíblica.
O objetivo de Pedro para os cristãos como "peregrinos e exilados" na terra não é que nós colocamos a nossa esperança nos direitos de auto-proteção da segunda alteração, mas na revelação de Jesus Cristo em glória (1 Pedro 1: 7, 13; 4 : 13; 5: 1). Seu objetivo é que sofremos bem e mostrar que o nosso tesouro está no céu, não na auto-preservação.

3. Jesus prometeu que a hostilidade violenta virá; e todo o teor do seu conselho era como lidar com isso com o sofrimento e testemunho, não com a defesa armada.

Imporão as mãos sobre vós e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e aos cárceres, e você será levado à presença de reis e governadores, por causa do meu nome.Esta será a sua oportunidade de testemunhar. . . . Você serão entregues até pelos pais, irmãos e parentes e amigos, e alguns de vocês eles vão colocar à morte. E sereis odiados de todos por causa do meu nome. Mas nem um só cabelo da vossa cabeça. Pela vossa perseverança ganhareis as vossas almas. (Lucas 21: 12-19)
Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma. Temei antes aquele que pode destruir a alma eo corpo no inferno. (Mateus 10:28)
Eis que eu vos envio como ovelhas no meio de lobos, por isso ser prudentes como as serpentes e simples como as pombas. Cuidado com os homens, pois eles vos entregarão aos tribunais e sobre vos açoitarão nas sinagogas deles, e você vai ser arrastados perante governadores e reis, por minha causa, para dar testemunho diante deles e aos gentios. . . . O irmão entregará irmão à morte, eo pai a seu filho, e os filhos se levantarão contra os pais e tê-los condenado à morte, e sereis odiados de todos por causa do meu nome. Mas aquele que perseverar até o fim será salvo. (Mateus 10: 16-22)
O que é o momento de perigo risco de vida para? É para mostrar o quão poderoso e de preferência que temos sido? Será que é para mostrar a nossa astúcia - que tem uma arma em nosso bolso de trás e nós podemos mostrar-lhe alguma coisa? Essa é uma resposta aprendida a partir de Jason Bourne, não Jesus e da Bíblia. Essa resposta apela para tudo terrena em nós, e não requer nenhum milagre do novo nascimento. É tão comum e tão fácil como comer da árvore do conhecimento do bem e do mal.
Jesus diz que o momento de perigo de vida "vai ser a sua oportunidade para dar testemunho"(Lucas 21:13). Será um momento para pisar sem medo para o céu (Mateus 10:28). Um momento para perseverar até o fim e ser salvo (Mateus 10:22).
Se nós ensinamos nossos alunos que eles devem portar armas, e, em seguida, desafiá-los: "Vamos ensinar-lhes uma lição, se eles nunca aparecer aqui," nós realmente acho que quando a oportunidade de dar a vida vem, eles vão fazer o que Jim Elliott e seus amigos fizeram no Equador, e se recusam a disparar suas pistolas em seus assassinos, enquanto as lanças mergulhou através do peito?

4. Jesus preparou o palco para uma vida de peregrinação neste mundo onde damos testemunho de que este mundo não é a nossa casa, e não nosso reino, renunciando o estabelecimento ou o avanço de nossa causa cristã com a espada.

Jesus respondeu: "O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus servos teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é deste mundo. "(João 18:36)
Jesus disse-lhe [Peter]: "Põe a tua espada no seu lugar. Para todos os que tomarem a espada perecerão pela espada. "(Mateus 26:52)
Para ter certeza, há muitas ambigüidades sobre ser exilados nesta terra com a nossa cidadania nos céus (Filipenses 3:20), enquanto, ao mesmo tempo, ser chamado a servir nas estruturas da sociedade (1 Pedro 2:13). Mas nenhum livro da Bíblia luta com esta mais diretamente do que 1 Pedro, e do impulso avassalador de que o livro é esta: Como você sofre com paciência e até mesmo alegria para a sua fé, fazê-lo muito bom que as pessoas vão pedir a razão da esperança que está em você (1 Pedro 3:15).
Eu acho que posso dizer com total confiança que a identificação de segurança cristã com armas escondidas fará com ninguém para perguntar a razão da esperança que há em nós. Eles sabem perfeitamente onde nossa esperança é. Está em nosso bolso.

5. Jesus atinge a nota que o dominante (não o único) forma como os cristãos irá mostrar o valor supremo de nosso tesouro no céu é por ser tão liberta do amor deste mundo e tão satisfeitos com a esperança da glória de que somos capazes de amar nossos inimigos e não o mal retornar para o mal, assim como nós esperam ser prejudicado neste mundo.

Ouvistes que foi dito: "Olho por olho e dente por dente." Mas eu digo a você, Não resista aquele que é o mal. Mas, se alguém te bater na face direita, oferece-lhe também a outra.(Mateus 5: 38-39)
Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem, para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus. Para ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos. (Mateus 5: 44-45)
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e disserem todo mal contra vós por minha causa. Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus, pois assim perseguiram os profetas que foram antes de vós. (Mateus 5: 11-12)
O ponto de Mateus 5: 11-12 é que os cristãos estão livres para se alegrar em perseguição porque nossos corações foram tão mudado que estão mais satisfeitos com a esperança do céu do que na esperança de auto-defesa. Esta é a raiz de dar a outra face e amar o inimigo. A misericórdia do Senhor é melhor que a vida (Salmo 63: 3). Ou como Paulo colocou, "O que quer que eu tinha ganho, eu considerei perda por causa de Cristo. Na verdade, eu conto tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor "(Filipenses 3: 7-8).
Jesus atingiu a nota que a forma como os seus discípulos demonstram mais força o valor supremo de conhecê-lo é por "bens de deixar e ir parentela, esta vida mortal, também," e chamando-o de "lucro" (Filipenses 1:21).

6. A igreja primitiva, como se vê-la em Atos, esperado e sofreu perseguição sem resistência armada, mas sim com o sofrimento alegre, da oração e da palavra de Deus.

"Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que continue a falar a tua palavra com toda a ousadia, enquanto estendes a mão para curar, e sinais e prodígios pelo nome de teu santo servo Jesus." E quando eles orado, tremeu o lugar em que estavam reunidos foi abalado, e todos foram cheios do Espírito Santo e continuou a falar a palavra de Deus com ousadia. (Atos 4: 29-31)
Quando tinha chamado os apóstolos, açoitaram-nos e mandaram que não falassem em nome de Jesus, e os soltaram. Em seguida, eles deixaram a presença do conselho, regozijando-se por terem sido considerados dignos de sofrer afronta pelo nome. (Atos 5:40-41)
Saul aprovado da execução de Stephen. E levantou-se naquele dia uma grande perseguição contra a igreja em Jerusalém, e todos foram dispersos pelas regiões da Judéia e de Samaria, exceto os apóstolos. Homens piedosos sepultaram Estêvão e fizeram grande pranto sobre ele. Mas Saulo assolava a igreja, e entrando pelas casas e, arrastando homens e mulheres e os entregava à prisão. (Atos 8: 1-3; ver Atos 9: 1-2; 12: 1-5)
Em todos os perigos enfrentados Paul no livro de Atos, não há um indício de que ele já planejado para transportar ou usar uma arma para sua defesa contra os seus adversários. Ele estava disposto a apelar para as autoridades em Filipos (Atos 16:37) e Jerusalém (Atos 22:25). Mas ele nunca usou uma arma para se defender contra a perseguição.

7. Quando Jesus disse aos apóstolos para comprar uma espada, ele não estava dizendo a eles para usá-lo para escapar da própria coisa que ele prometeu que deveriam suportar até a morte.

[Jesus] disse-lhes: "Quando vos mandei sem bolsa de dinheiro ou mochila ou sandálias, faltou-vos alguma coisa?" Eles disseram: "Nada." Ele disse-lhes: "Mas agora vamos ao que tem uma tomada moneybag a, como também uma mochila. E deixe aquele que não tem espada, venda a sua capa e compre uma. Pois eu vos digo que esta Escritura deve ser cumprida em mim: 'E ele foi contado com os transgressores.' Para o que está escrito sobre mim tem o seu cumprimento "E eles disseram:" Olha, Senhor, aqui estão duas espadas "E ele lhes disse:" É o suficiente [que é a abundância] "(... Lucas 22: 35-38)
Eu não acho que Jesus quis dizer no versículo 36 que os seus discípulos deviam ser, doravante, um bando armado de pregadores prontos a usar a violência para defender-se da perseguição.Jerry Falwell Jr., disse em seu discurso que clarificam em 9 de dezembro,
Ele só confunde a minha mente que alguém seria contra o que Jesus disse a seus discípulos em Lucas 22:36. Disse-lhes se eles tinham para vender seu casaco para comprar uma espada para fazê-lo porque sabia que o perigo estava por vir, e ele queria que eles se defenderem.
Se essa é a interpretação correta deste texto, a minha pergunta é: "Por que nenhum de seus discípulos no Novo Testamento nunca fazer isso - ou elogiar que" A resposta provável é que Jesus não quis dizer para eles a pensar em termos de defesa armada para o resto do seu ministério. Palavras bruscas de Jesus, no final do parágrafo, quando os discípulos produziu duas espadas, não foram, "Bem, você precisa para obter mais nove." Ele disse: "É o suficiente!" Ou "Isso é muito!" Isso pode muito bem significar que os discípulos têm dado um significado literal equivocada a uma intenção figurativa. Darrell Bock conclui,
Dois acontecimentos [são] comentário sobre esse versículo [36]: repreensão do uso de uma espada contra o servo do sumo sacerdote (22: 49-51) Jesus 'e não violenta resposta da Igreja à perseguição no livro de Atos (4:25 -31; 8: 1-3; 9: 1-2; 12: 1-5). Na verdade, Atos 4: 25-31 mostra a igreja armado apenas com oração e fé em Deus. Lucas 22:36 vê a espada como apenas um símbolo de preparação para a pressão, uma vez que a repreensão de uma interpretação literal de Jesus (22:38) mostra que um símbolo que significa (Fitzmyer 1985: 1432; Marshall, 1978: 825). Ele aponta para a prontidão e auto-suficiência, não de vingança (Nolland 1993b: 1076). (Lucas, volume 2, página 1747)
O que parece claro para mim é que a incerteza deste texto (que eu compartilho) não deve ser usada para silenciar os outros que citei.

8. Um instinto natural é para ferver a esta questão até à pergunta: "Posso atirar assaltante da minha esposa?"

A minha resposta é sete vezes.
1) Esse instinto é compreensível. Mas parece-me que o Novo Testamento resiste a esse tipo de redução ético, e não satisfaz a nossa demanda por um sim ou não sobre essa questão. Não gosto deste tipo de ambiguidade, mas eu não posso escapar. Não é, como tentei mostrar, um impulso generalizada no Novo Testamento nos empurrando em direção a bênção e fazer o bem para aqueles que odeiam, maldição, e abusar de nós (Lucas 6: 27-28). E não há nenhuma relação direta com a situação do uso de força letal para salvar a família e amigos, exceto no que diz respeito à polícia e militar. Isso é notável quando você pensa sobre isso, já que eu não posso ajudar, mas acho que esta situação precisa se ​​apresentou, pois lemos que Saul homens e mulheres de droga com destino a Jerusalém (Atos 9: 1-2).
2) Nosso principal objetivo na vida é para mostrar que Cristo é mais preciosa do que a vida.Então, quando apresentados com esta ameaça à minha esposa ou filha ou amigo, meu coração deve inclinar em direção fazendo o bem de uma forma que iria realizar este grande objectivo.Há centenas de variáveis ​​em todas as crises que podem afetar como isso acontece.
3) Jesus morreu para manter esse assaltante de pecar contra a minha família. Ou seja, a estratégia pessoal de Jesus para superar crimes era superar inclinações pecaminosas, dando sua vida para pagar dívidas e mudar os corações. Não é pouca coisa que Peter baseado sofrimento não-retaliação de tratamento injusto sobre a obra expiatória de Cristo como exemplar: "Para este fostes chamados, porquanto também Cristo padeceu por vós, deixando-vos exemplo, para que você possa seguir em os seus passos "(1 Pedro 2:21).
4) Eu percebo que, mesmo que chamar a polícia quando ameaçado - o que, em geral, parece certa a fazer, tendo em vista Romanos 13: 1-4 - pode vir de um coração que está fora de sintonia com a mente de Cristo. Se o coração é controlado principalmente pelo medo, ou raiva, ou a vingança, que disposição pecaminosa pode ser expressa usando a polícia, bem como pegar em armas se.
5) Eu moro no interior da cidade de Minneapolis, e eu, pessoalmente conselho que um cristão não ter uma arma de fogo disponível para tais circunstâncias.
6) Eu não sei o que eu faria antes de esta situação apresenta-se com todas as suas inúmeras variações de fatores. E eu seria muito lento para condenar uma pessoa que escolheu de forma diferente de mim.
7) Voltar ao primeiro ponto, parece-me que o Novo Testamento não pretende deixar isso claro para nós. O seu objectivo é um coração transformado radicalmente que vive com o seu tesouro em outro mundo, anseia para mostrar Jesus a ser mais gratificante do que a vida, confia na ajuda de Deus em todas as situações, e deseja a salvação de nossos inimigos.

9. Mesmo que o Senhor ordena para nós usar meios ordinários de fornecer para a vida (trabalho para ganhar; planta ea colheita; levar comida, bebida, sono, e medicina; guardar para futuras necessidades; proporcionar aos governos forças policiais e militares para a sociedade ), no entanto, o único chamado da Igreja é viver de tal dependência de proteção celeste e recompensa celestial que o mundo vai perguntar sobre a nossa esperança(1 Pedro 3:15), e não sobre a ingenuidade de nossas defesas armadas.

Deus é o nosso refúgio e fortaleza. (Salmo 46: 1)
Meu Deus suprirá todas as vossas necessidades segundo as suas riquezas na glória em Cristo Jesus. (Filipenses 4:19)
E sereis odiados de todos por causa do meu nome. Mas nem um só cabelo da vossa cabeça. (Lucas 21: 17-18)
Mais uma vez, deixe-me dizer que Deus ordena o uso da espada pelo Estado em defesa da justiça (1 Pedro 2: 13-17; Romanos 13: 1-4). Portanto, este artigo não é um documento de posição sobre a política governamental sobre ISIS. Também não é sobre as políticas de como a polícia deve ser convocado para proteger as instituições privadas.
Este artigo é sobre as pessoas a quem a Bíblia chama de "refugiados e exilados" na terra; ou seja, os cristãos. É sobre o fato de que nossas armas não são material, mas espiritual (2 Coríntios 10:4). É um argumento que o foco avassaladora e empuxo do Novo Testamento é que os cristãos são enviados para o mundo - religiosos e não-religiosos - "como cordeiros no meio de lobos"(Lucas 10: 3). E isso exortando os cordeiros para portar armas ocultas com as quais a atirar os lobos não avançar o contador-cultural, abnegado, de poupança de alma causa de Cristo.
Por John Piper
Via desiring God
 

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